Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

NÃO SEI SE É VERDADE...MAS É GIRO

A recente troca de postos entre a PSP e a GNR em diversas localidades do país teve alguns episódios pitorescos.

Um deles veio relatado no “Correio da Manhã”, e refere-se ao posto de Corroios, freguesia do Seixal.

Até agora posto da GNR, passou a ser utilizado pela PSP, à qual ficou cometida a tarefa de policiamento, vigilância e segurança naquela zona.

Ora parece que nem tudo foi organizado a tempo.

Consta que o posto em causa funciona numa antiga sala de explicações, não dispondo de telefone, fax ou Internet.

Ao ponto de, quem quiser contactar a autoridade em Corroios, terá primeiramente de contactar o posto mais próximo, em Cruz de Pau, incumbindo-se este último de alertar os colegas de Corroios.

A PSP juntamente com a Junta de Freguesia estará a envidar todos os esforços para resolver rapidamente o problema, dotando o referido posto dos necessários meios de comunicação.

O jornal acima referido relata, a tal propósito, alguns diálogos giríssimos entre guardas da PSP nos primeiros dias de funcionamento.

 

É uma delícia:

 

"Então, já temos sítio para nos fardar?”

 

“Sempre é melhor que a rulote em que estivemos nos primeiros dias. Aí nem sequer havia uma casa de banho e fardavamo-nos na esquadra da Cruz de Pau, a quase três quilómetros.”

Bom…

Dá para perceber que, enquanto lá esteve a GNR, não havia fax, telefone e internet.

 

Mas isto passou-se mesmo?

Estamos em Portugal?

Não parece…

Ou então…

 

HOJE EM TODOS AO BANHO: O Padre e o Rabino;

 

publicado por H. Dias Pedro hdp às 00:03

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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

A AUTARCA E O CÃO

Talvez fosse melhor chamar a isto “O cão que demitiu a autarca”.

Seja lá como fôr, convém de vez em quando refrescar a política com episódios algo bizarros ou até hilariantes.

Nos Estados Unidos, mais concretamente na cidade de Alice, no Texas, a mayor , isto é, uma espécie de presidente da camara lá do sítio, resolveu ficar com o cão de uma sua vizinha.

 

Esta, a vizinha, porque ia passar uns tempos fora da cidade, pediu à mayor que lhe tomasse conta do animal de estimação.

 

Assim se fez, só que, durante a ausência da vizinha a dita presidente da câmara mandou o cão para casa de um familiar, e comunicou aos donos que o cão tinha morrido.

 

O problema é que, já com a verdadeira dona regressada a casa, o seu cão foi visto na casa do tal familiar da mayor.

 

Além de ter de responder em tribunal, a senhora presidente demitiu-se do cargo, tendo feito uma declaração assim:

«Posso dizer que na altura, fiz o que considerei melhor para o Panchito e o que achava estar certo no meu coração».

Só falta dizer que Panchito é o nome do cão.

Grande Panchito.

CONCRETO E IMAGINÁRIO: Hoje Sonho, Imaginação, Vida.

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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

PAÍS CONTRADITÓRIO

Ainda há pouco tempo aqui dissemos que Portugal parace ser um país contraditório.

Mostra-se capaz de “façanhas impossíveis”, por exemplo o Euro 2004, ou, no campo da política, a luta travada nos areópagos internacionais em defesa da independência de Timor Leste.

 

Ao mesmo tempo não consegue incutir na sua população sentimentos de confiança no futuro.

 

O povo português anda cada vez mais tristonho.

 

E a sensação que as pessoas têm é que parámos no tempo, limitando-nos a seguir quase servilmente as orientações provenientes de Bruxelas.

 

Pacheco Pereira, numa das suas crónicas no Público” tem uma frase que mais parece um espelho reflexo do que somos como povo:

 

“Somos especialistas em fazer as melhores leis do mundo e em arranjar maneira de nunca serem aplicadas"

 

Já fico um pouco mais contente em saber que somos especialistas nalguma coisa.

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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

EXCESSO DE ZELO OU INCOMODIDADE ?

Esta modernização europeia tem coisas inacreditáveis.

A aparente tranquilidade e desvanecimento de fantasmas do passado não passa muitas vezes de uma miragem, mais ainda, de uma mentira posta à venda para que a generalidade “dos pacóvios dos cidadãos” acreditem, comprem, e fiquem convencidos de que fizeram uma grande coisa.

 

A Europa continua presa pelos arames da sua própria incongruência, e os grandes senhores europeus, leia-se países dominadores, acabam por serem mais frágeis que a nau catrineta.

 

Recentemente soube-se que num programa de televisão alemã, uma espécie de concurso, em que o concorrente via telefone se mostrava apressado, a apresentadora começou por lhe perguntar porque tinha ele tanta pressa, ao que ele terá respondido que tinha de ir trabalhar.

 

A apresentadora atirou:

-Veja bem, tem de mostrar um pouco mais de entusiasmo…o trabalho liberta!

 

Aí está.

Arbeit Macht Frei.

 

Pois é.

Parece que se fez um profundo silencio, e a apresentadora rapidamente percebeu, até porque é alemã, o tremendo erro cometido.

Passados alguns minutos ela própria, perante as câmaras, pediu desculpa aos telespectadores.

“Disse uma parvoíce, peço desculpa”.

 

Não foi suficiente.

No dia a seguir foi despedida.

 

Arbeit Macht Frei (O trabalho liberta)

 

Era a frase que estava inscrita à entrada de todos os campos de concentração nazis.

Já lá vão 60 anos.

E hoje em dia já aparecem por esse mundo fora figuras como o senhor do Irão a dizerem que o holocausto não existiu.

Mas a Alemanha, por muito gigante que seja, ainda não venceu alguns fantasmas que a tornam um pigmeu da história.

 

Coitada da apresentadora.

Mas apatece dizer:

Pobre Alemanha, coitada de ti.

publicado por H. Dias Pedro hdp às 00:03

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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

SER FAMÍLIA? QUAL?

Isto até parece tirado do mundo da fantasia.

Até já por razões de pura economia doméstica começam a surgir conflitos entre famílias.

Ou melhor:

Entre organizações que se dizem representativas das famílias portuguesas.

Não é bem um “Benfica – Sporting” ou “Porto – Boavista”, mas anda lá perto.

A triste constatação é que parece ainda existirem pessoas que pensam o mundo de hoje à maneira do séc. XIX.

Como tudo o resto, também o conceito de “família” tem vindo a evoluir.

E aquilo que há uns anos atrás significava uma ruptura com os valores sociais predominantes – mais agarrados a uma noção de “moral” à moda antiga, é hoje aceite como natural face à evolução das mentes e dos hábitos.

Ora, de que é que se haviam de lembrar?

De um lado a Associação Portuguesa de Famílias Numerosas.

Do outro a Associação de Famílias Monoparentais.

E vai daí, como foi contemplado o aumento do abono de família em 20% para as famílias monoparentais, vieram as “numerosas” mostrar a sua indignação, ao considerar tal medida como discriminatória das famílias numerosas, entre outros mimos do género.

Claro que não ficaram sem resposta já que as “monoparentais” responderam à letra, dizendo assim:

 

Tal atitude (das numerosas) revela uma profunda falta de respeito pelo seu semelhante, uma ignorância e desprezo absoluto por quem não se enquadra nos seus conceitos de família»

 

Algo aqui está errado.

Pergunto eu:

Uma família monoparental não pode ser uma família numerosa?

 

Oh meus amigos, vejam lá se se concertam neste assunto.

Até já a família serve.

Ao que nós chegámos…

 

HOJE “TRIPÉ-FÁBULAS, A CONTINUAÇÃO DA SAGA DO KLÃ DO TREVO: O Empório Kaliano em reposição

publicado por H. Dias Pedro hdp às 00:03

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Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

CALVIN - A HOMENAGEM MERECIDA

Há nomes imortais na cultura universal.

                                         

 

O maroto, inteligente, sagaz, arguto, espertalhote e outras coisas mais, fazem de Calvin um herói de sempre, a quem devemos alguns inocentes mas gostosos momentos de boa disposição.

 

Aqui fica a homenagem.

 

 

publicado por H. Dias Pedro hdp às 00:03

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Sábado, 23 de Fevereiro de 2008

DÊEM-LHES MÚSICA

Ora aí está a prova de que anda meio mundo enganado.

O INE (Instituto Nacional de Estatística) revelou dados relativos a 2006 no sector dos espectáculos públicos, e a sua comparação com 2005.

 

Constata-se que:

 

“As receitas dos espectáculos de música ligeira aumentaram quase dez milhões de euros em 2006, somando 32,2 milhões de euros, relativamente ao ano anterior”

 

“Comparando com o ano anterior (2005), registou-se uma subida de 200.000 espectadores e quanto às receitas um aumento de 9,9 milhões de euros”.

Portanto temos à vista a solução da crise.

A melhor maneira de a camuflar é entreter o Zé Pagode.

Portanto, dêem-lhes música.

Eles gostam, cantam, dançam e esquecem.

 

E aqui para nós…

É porreiro, pá!


 

música: All for one, Bryan Adams, Sting, Rod Stewart
publicado por H. Dias Pedro hdp às 00:03

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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

ÍCONES, OU TALVEZ NÃO...

Há momentos em que apetece dizer algo como isto:

-Eles brincam uns com os outros, zangam-se, amuam, fazem as pazes, dizem umas coisas quase sempre de circunstancia, navegam numas águas que à maioria dos portugueses são completamente desconhecidas, e detêm o inefável poder de, sem darmos por isso, prestarmos atenção ao que dizem ou tentam dizer.

 

Numa mesma edição do “Público” ressalta um artigo de José Pacheco Pereira mais uma vez a dar largas ao seu pequeno “ódio” de estimação.

 

E também uma referencia ao “Presidente do Clube dos Pensadores”, é assim identificado, sobre Manuel Alegre.

 

No primeiro caso, e com a devida vénia, trancreve-se uma frase com particular interesse:

 

"Basta ler o blogue de Santana Lopes e a página de Menezes para se perceber o que partilham e as diferenças entre ambos"

( Pacheco Pereira)

 

No segundo caso, dizem-nos assim:

 

"Manuel Alegre só não criou ainda um partido porque não quis. Tinha todas as condições para isso".

Joaquim Jorge, presidente do Clube dos Pensadores, "Diário de Notícias", 26-01-2008

 

Mas que importância tem isto?

 

Tem muita, mas mesmo muita…

 

De facto há certas figuras que ainda não perceberam que o seu ciclo de influencia já não existe ou está muito depauperado.

Depois admiram-se das gaffes.

Podem ser ícones…mas talvez não sejam…

 

TODOS AO BANHO: Diplomacias

 

música: Marcha da Maria da Fonte
publicado por H. Dias Pedro hdp às 00:03

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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

CONCORDATA

«Se isso não for feito, cai-se num vazio legal sujeito ao arbítrio de alguns ministérios».

 

Estas palavras são de Dom Jorge Ortiga, representante da Conferencia Episcopal Portuguesa, a propósito da falta de regulamentação da Concordata entre Portugal e a Santa Sé.

 

O que está em causa é aquilo que aparenta ser um gradual e sistemático “esquecimento” da disciplina de Religião e Moral nas nossas escolas.

 

Alguns membros do clero dizem mesmo que o Governo estará a pretender acantonar a educação religiosa.

 

É um assunto curioso.

 

Durante largo tempo, e com um Estado declaradamente católico, a referida disciplina estava como que “entranhada” numa espécie de obrigação escolar.

Quisessem ou não, os alunos tinham de frequentar as respectivas aulas.

Com isso assegurava-se desde logo a manutenção de uma relação de compromisso entre a Igreja e o Estado no âmbito da educação das gerações mais novas, não perdendo de vista que a Igreja era uma das mais poderosas instituições em Portugal.

 

Com a evolução dos costumes e mentalidades, e o renascer do princípio da liberdade religiosa, a disciplina de Religião e Moral deixou de ser obrigatória para aqueles assumidamente não católicos.

 

Mais tarde ainda, mas muito recentemente, e em nome do princípio de igualdade de tratamento de todas as religiões, chegou a tentar-se a pura e simples abolição de tal disciplina, inclusivamente com a obrigatoriedade de não haver qualquer símbolo religioso nos estabelecimentos de ensino.

 

Não me tolhe qualquer questão de princípio contra ou a favor.

Eu próprio, em anos que já lá vão, tive de frequentar estas aulas no meu percurso escolar.

Não me considero melhor nem pior cidadão por isso, e apesar de tudo sou de opinião que aprender ou estar minimamente informado nunca fez mal a ninguém.

O que sempre achei caricato nesta história é o nome da disciplina: “Religião e Moral”.

 

É declaradamente uma menção teleguiada, sobretudo nos dias de hoje em que, descontando alguns sítios ditos detentores de especiais direitos na ordem internacional, a liberdade religiosa é respeitada em quase todo o mundo.

 

A verdade é que mais uma vez, e ao fim de muitos tempos (trata-se se um fenómeno cíclico na nossa evolução) a Igreja e o Estado andam outra vez de candeias às avessas.

 

E embora compreenda que o Estado Português não deve tratar preferencialmente uma qualquer confissão religiosa, faz-me confusão um pequeno pormenor:

-Qual seria a atitude do Estado se de repente alguém se lembrasse de introduzir nos currículos escolares uma disciplina especialmente dedicada a outra religião que não a católica?

 

Tenho a leve impressão que passaria a haver uma danada tremideira lá para os lados de São Bento e também do Ministério da Educação.

 

E já agora, que falamos nisto, fica a pergunta:

-Ainda ninguém do Governo se lembrou, em nome do respeito do princípio de igualdade de tratamento, de mudar o nome ao palácio que serve de residência oficial ao Primeiro Ministro?

 

São Bento?!...

Tem de facto imensa piada.

 

CONCRETO E IMAGINÁRIO: Onde Cada Um Quiser Que Imaginar O Leve

publicado por H. Dias Pedro hdp às 00:03

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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

O NEO REALISMO HIPÓCRITA

A leitura de recente artigo no “Diário de Notícias” sobre a taxa de mortalidade infantil no mundo, fez-me recordar dois posts já publicados neste blog acerca da pobreza no mundo, sendo um deles editado no dia 2 de Julho de 2007, e referindo então um relatório da ONU regozijando-se por o numero de pessoas a viverem em pobreza extrema ter diminuído para 980 milhões.

Na altura comentei que qualquer coisa não batia certo ao ouvir os diferentes políticos falar ufanamente no melhor dos mundos.

 

O que agora se lê quanto à mortalidade infantil, e por muito que custe ter de abordar tal assunto, não é, na sua essência muito diferente.

 

Convém não esquecer que estamos no séc. XXI, e num mundo que além de se dizer globalizado – há por aí quem continue a dizer maravilhas de tal coisa – se diz também exemplo da modernidade, da evolução, e da qualidade de vida.

 

Ora bem…lê-se e pasma-se.

O artigo reporta-se a um relatório da UNICEF que inclui também dados da OMS e do Banco Mundial relativos ao ano de 2006.

Alguns pequenos excertos, a começar logo pelo título:

-“Todos os dias morrem mais de 26 mil crianças”

E a seguir diz-se:

“O número anual de mortes de crianças no mundo desceu de 20 para 9,7 milhões entre 1990 e 2006. Mas mesmo assim há mais de 26 mil menores que, diariamente, morrem antes de completar cinco anos, na sua maioria por causas evitáveis”.

 

“O relatório aponta como factores agravantes da mortalidade nos menores as causas neo-natais (36%), doenças como as pneumonias (19%), as diarreias (17%), a malária (8%), o sarampo (4%) e a Sida (3%). O documento alerta ainda para o papel desempenhado nos conflitos armados - associados à insegurança alimentar e à deslocação de populações.E revela que 500 mil mulheres morrem ainda, todos os anos, vítimas de complicações de parto”.

“As conclusões ontem apresentadas pela agência das Nações Unidas para a infância revelam ainda quais as regiões do mundo que arriscam não cumprir o quarto dos Objectivos do Milénio, ou seja, reduzir a taxa mundial de mortalidade infantil abaixo dos cinco anos para dois terços entre o período de 1990 e 2015. Cumprir aquele objectivo da ONU implica reduzir o número de mortes para 13 mil por dia ou para menos de cinco milhões por ano. Na lista de 46 países subsarianos, apenas três estão a caminho de cumprir, sendo eles Cabo Verde, Eritreia e Seychelles”.

“O exemplo da Índia também é usado para ilustrar como a vontade de um Governo pode diminuir o número de mortes de crianças”.

 

Ora…

Enquanto vamos indo neste vai-vem de relatórios periódicos, com estudos técnicos e científicos, em que, no espaço de uma dezena de anos se considera muito bom reduzir o número de pobres para 980 milhões, e o número de mortes de crianças para 13 mil por dia, constatamos que, nesses mesmos espaços de tempo, muitas outras coisas se fizeram de sinal contrário, desde a proliferação de armas e conflitos armados à destruição das já de si débeis economias da esmagadora maioria dos países.

E, por outro lado, assistimos por parte do chamado mundo civilizado, à defesa, e pior do que isso, à ostentação de uma cultura de riqueza fácil.

 

Enquanto isto for assim bem podemos dizer que vivemos no mundo do absurdo.

 

E um absurdo carregado de hipocrisia.

publicado por H. Dias Pedro hdp às 00:03

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